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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

CPI DA CORRUPÇÃO.


Deputados e Senadores do Estado do ES que ainda não apoiaram a CPI DA CORRUPÇÃO.

Os Deputados e Senadores DO ES na relação abaixo, ainda não tinham (até 07/09/11) se comprometido com o POVO dando o seu voto para abrir a CPI para investigar a CORRUPÇÃO na Administração Pública.
Estes políticos não vão querer manter seus nomes nesta relação abaixo?

Convido o POVO brasileiro para que NÃO VOTE nas próximas eleições nos políticos que não apoiarem esta CPI em favor da ÉTICA.

Basta de CORRUPÇÃO.

Brasileiros, entrem no site e votem.

A união faz a força.


DEPUTADOS QUE AINDA NÃO ASSINARAM. CONVENÇA-OS!
SÃO NECESSÁRIAS, NO MÍNIMO, 171 ASSINATURAS DOS DEPUTADOS.
LISTA EM ORDEM ALFABÉTICA POR ESTADO
NOME PARLAMENTAR
PARTIDO
UF
TELEFONE
CORREIO ELETRÔNICO

85
PSB
ES
3215-5574
86
PMDB
ES
3215-5469
87
PDT
ES
3215-5383
88
PSC
ES
3215-5223
89
PMDB
ES
3215-5801
90
PDT
ES
3215-5313
91
PSB
ES
3215-5839
92
PMDB
ES
3215-5946
93
PDT
ES
32155812

NOME PARLAMENTAR
PARTIDO
UF
TELEFONE
CORREIO ELETRÔNICO






  
SENADORES QUE AINDA NÃO ASSINARAM. CONVENÇA-OS!
SÃO NECESSÁRIAS, NO MÍNIMO, 27 ASSINATURAS DE SENADORES
NOME PARLAMENTAR
PARTIDO
UF
TELEFONE
CORREIO ELETRÔNICO

21
PT
ES
3303-1129
22
PR
ES
3303-4161
23
PMDB
ES
3303-6590

terça-feira, 9 de agosto de 2011

DIGA NÃO À CLEPTOCRACIA NO BRASIL


DIGA NÃO À CLEPTOCRACIA NO BRASIL 

Brasília, 21/07/2011 - O artigo "Diga não à cleptocracia no Brasil" é de autoria do presidente da Seccional da OAB da Bahia, Saul Quadros, e foi publicado na edição de hoje (21) do jornal A Tarde (BA):

"Tal como uma neoplasia maligna, o sistema democrático brasileiro vai sendo contaminado pela "cleptomania republicana". Uma vergonha para todos nós!
Segundo Caldas Aulette, "cleptomania" é a tendência irresistível para o roubo. É isso que estamos assistindo e tomando conhecimento, estarrecidos, desde o limiar do século XXI.
Mensalões em todos os níveis, operações policiais de identificação de corruptos e corruptores, denúncias de desfalques e desvios de verbas públicas, queda de ministros de estado e servidores de altos escalões, "fichas sujas" apodrecendo a representação do povo brasileiro, com os votos dos brasileiros, (!) e a leniência de quem devia, por dever e obrigação, excluí-los da vida política.
Não é possível conviver-se com este estado de coisas, com o "faz de conta" de que nada está acontecendo ou aconteceu e, por isso mesmo, ninguém é punido.
A corrupção, tal como a violência, também foi banalizada. Entrou para o rol comum das coisas. Passou-se a conviver com o cleptomaníaco dos recursos públicos nas altas rodas da sociedade brasileira como se ele fosse o símbolo e o herói do progresso, admirado e bajulado por muitos.
O processo de corrupção no Brasil espalhou-se por todo o território nacional. Organizou-se em núcleos poderosíssimos que se locupletam a fartar. O nível de apropriação (roubo) de recursos públicos chegou a níveis inimagináveis.
Não podemos mais conviver com isso. Basta!
É preciso instalar-se, no País, uma "faxina ética" em larga escala, doa em que doer.
Não há espaços para a corrupção e comportamento "cleptocrático" para o homem de bem, o jovem idealista, o empresário correto, o autêntico líder sindical, o político sério e o juiz honrado.
Tal como a "lei de Gerson", temos que afastar, de uma vez por todas, a regra daquele político cínico que outrora proclamou a necessidade de se instaurar a moralidade pública ou o locupletamento de todos.
Inexiste a alternativa proposta para quem é decente, para quem acredita no Brasil, para quem deseja realmente que o povo brasileiro saia da miséria em que vive ou da dependência das "esmolas públicas", também instrumento de corrupção política e eleitoral.
O trabalho é que enobrece o homem e a educação que resgata sua dignidade, independência e altivez.
Não podemos assistir a tudo como meros espectadores, sem reagir, sem nos indignar, sem adotar providências urgentes e imediatas, sob pena de também sermos atores coadjuvantes neste teatro que encena a peça mais indigna da história brasileira, o da corrupção nacional e da "Instituição do Sistema Cleptocrático na República Federativa do Brasil".
Onde estão os "caras-pintadas", que ajudaram a depor um Presidente da República, converteram-se em "caras-de-pau? E a gloriosa UNE, trincheira da luta por um Estado democrático, honrado e transparente, o MST, gestado pelas Ligas Camponesas, da luta por uma reforma agrária que deveria beneficiar exclusivamente o homem do campo, ansioso por trabalho e pelo resgate da dignidade de sua comunidade, e as Centrais Sindicais, com as suas históricas mobilizações em defesa do direito do trabalhador e de uma república que pudesse honrar o sindicalismo brasileiro, que não vão à praça para protestar contra a corrupção?
Será que a luta contra a corrupção é uma "conspiração" contra a democracia e o Estado brasileiro?
Ao longo dos últimos anos "a sociedade brasileira ficou mais fraca, e o estado ficou mais forte; não foi ela que o tornou mais transparente; foi ele que a tornou mais opaca. Em vez de se aperfeiçoarem os mecanismos de controle desse estado, foi esse estado que encabrestou entidades da sociedade civil".
Ainda bem que restam muitas delas que não cederam e não cederão aos encantos do dinheiro fácil, dos favores das autoridades, dos benefícios imorais e vantagens ilícitas. Nem tudo está perdido no "reino da ex-colônia"!
Impõe-se um movimento nacional contra a corrupção e somente poderá liderá-lo as entidades civis de maior respeitabilidade e representação entre nós, a OAB, a ABI e a CNBB, além dos jovens, homens e mulheres que ainda acreditam no Brasil".